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O processo de realização da série: Trajetórias

Flávia Tronca propõe uma conversa entre o tradicional e o digital. Cada um é necessário para compreender o outro em um contexto contemporâneo.

A exploração da cor, da luz e do movimento partem de pinturas tradicionais desenvolvidas no ateliê, em um longo processo de pesquisa, terminando no mundo digital. Não se trata de uma simples digitalização. O movimento da pintura analógica para a impressão digital em grandes formatos envolve uma longa caminhada pelas técnicas de pintura tradicional oferecendo recursos gráficos a serem explorados em movimentos intensos e rápidos, impossíveis de serem executados em obras em escala ampliada convencional. 

A arte digital ocupa um espaço em constante expansão ao lado da sua irmã pintura tradicional. A ascensão das artes tecnológicas tem sido cada vez mais rápida, deixando a sua marca indelével nas artes visuais. Na série TRAJETÓRIAS, Flávia Tronca propõe uma conversa entre o tradicional e o digital. Cada um é necessário para compreender o outro em um contexto contemporâneo. Um movimento que parte da herança cultural da imagem pintada em direção ao gestual livremente desenhado no espaço do universo digital imaterial, não buscando certezas de referências já estabelecidas, mas satisfeita em desfrutar da instabilidade da descoberta.